Entenda o que muda nas empresas e como Victor Boris Santos Maciel mostra, na prática, a melhor forma de se preparar com o método.
Entenda o que muda nas empresas e como Victor Boris Santos Maciel mostra, na prática, a melhor forma de se preparar com o método.
Noticias

Reforma Tributária em 2026: O que muda nas empresas e como se preparar com o método?

O tributarista e conselheiro empresarial, com atuação voltada à eficiência fiscal, estruturação e fortalecimento de empresas, Victor Boris Santos Maciel, acompanha de perto a agenda da Reforma Tributária e, na prática, uma mensagem precisa ficar clara desde já: 2026 não é “o ano em que tudo muda de uma vez”, mas é o ano em que as empresas começam a operar uma transição real, com impactos diretos em processos, dados fiscais, governança e planejamento.

Se a sua empresa quer atravessar 2026 com segurança e eficiência fiscal, o caminho é transformar a Reforma Tributária em um projeto de gestão (não em um tema apenas jurídico), com diagnóstico, priorização e controles. Saiba mais no artigo a seguir!

O que significa “Reforma Tributária” na vida real?

Para quem está começando a entender o assunto, a Reforma Tributária do consumo cria um novo modelo de tributação baseado em um IVA dual, com dois tributos principais: CBS (federal) e IBS (estadual/municipal), além do Imposto Seletivo (IS). Isso está estruturado na Lei Complementar nº 214/2025.

Descubra os impactos para as empresas e como Victor Boris Santos Maciel orienta a adaptação estratégica ao novo modelo tributário com o método.

Descubra os impactos para as empresas e como Victor Boris Santos Maciel orienta a adaptação estratégica ao novo modelo tributário com o método.

Já para quem atua na área fiscal, o ponto central é que esse novo sistema muda a lógica operacional: o foco passa a ser a não cumulatividade plena, com novos fluxos de apuração, crédito e obrigações acessórias, e isso exige um salto de maturidade em dados e compliance, informa Victor Boris Santos Maciel.

2026 é o “ano de transição”, e a empresa precisa trabalhar em dois mundos

Em termos de gestão, isso significa conviver com uma fase em que o sistema “antigo” ainda existe, enquanto a empresa já começa a adaptar cadastros, classificação, rotinas, integrações e controles ao “novo”. É aqui que o tom boutique faz diferença: Victor Boris Santos Maciel costuma olhar para a transição como um projeto de eficiência e longevidade empresarial com discrição, método e governança.

Impactos reais: onde a Reforma mexe primeiro (mesmo antes do financeiro)

Na prática, as mudanças começam em três camadas bem objetivas, apresentadas a seguir:

1) Processos e dados:

O que vai gerar risco (e custo) não é apenas “a lei”, mas a qualidade dos seus dados. Cadastro de produtos/serviços, regras internas de faturamento, parametrização fiscal, integrações do ERP e trilha de evidências. O Manual de Serviços da RTC deixa claro que sistemas e atos ainda estão em construção e podem sofrer alterações, o que reforça a necessidade de um modelo de governança e testes contínuos.

2) Contratos, precificação e relacionamento com a cadeia:

Em transição, cláusulas de preço, repasse tributário, reajustes e responsabilidades documentais ganham peso. “Eficiência fiscal” passa a ser também eficiência contratual: reduzir ambiguidade, manter evidências e proteger margem.

3) Risco tributário e prevenção de passivos:

O risco contemporâneo nasce do detalhe operacional, tais quais a falha de cadastro, regra errada no ERP, documento fiscal emitido com inconsistência, ausência de evidência. É aí que Victor Boris Santos Maciel normalmente posiciona a gestão de risco tributário como um sistema: matriz de risco + controles + rotina de auditoria.

Planejamento tributário na era do IVA: eficiência fiscal vira disciplina de gestão

Para o público leigo, “planejamento tributário” pode soar como algo distante. Na realidade, planejamento é organização, previsibilidade e tomada de decisão baseada em regra e evidência, e não improviso. Com a Reforma, planejamento tributário vira uma disciplina ainda mais conectada a processos e tecnologia.

Do ponto de vista técnico, uma agenda sofisticada (e discreta) de planejamento para 2026 costuma incluir:

  • diagnóstico rápido de maturidade fiscal e de dados;

  • mapeamento de rotinas críticas (cadastro, faturamento, recebimento, escrituração, conciliações);

  • revisão de contratos e políticas internas;

  • desenho de controles (com “donos” claros e trilha de auditoria);

  • governança de mudanças (porque regras e sistemas vão evoluir ao longo do período de transição).

O especialista em planejamento tributário e estratégia empresarial, Victor Boris Santos Maciel, considera que a eficiência fiscal sustentável não é “tese”, é execução. E execução exige governança.

2026 exige método, e método exige estratégia

A Reforma Tributária é, ao mesmo tempo, uma mudança legal e uma mudança operacional. Em 2026, o diferencial competitivo não será “quem leu mais artigos”, mas quem implementou melhor os processos, dados, controles e governança.

Em conclusão, com uma abordagem de consultoria de perfil boutique, precisa, estratégica e discreta, Victor Boris Santos Maciel tende a orientar empresas para um caminho simples de entender e difícil de errar: diagnóstico, priorização e execução com controle. É isso que sustenta planejamento tributário, gestão tributária, eficiência fiscal e crescimento saudável, mesmo em um período de transição.

Autor: Emma Thompson

What's your reaction?

Excited
0
Happy
0
In Love
0
Not Sure
0
Silly
0

You may also like

Comments are closed.